EVODUXProdutos de inteligência para custos assistenciais
Custo de procedimento cirúrgico hospitalar

Mastopexia com prótese

EVX-PLA-MAS-01-CPH · versão 1.0 · data-base out/2026 · produto licenciado

Análise de custos
Custo de procedimento cirúrgico hospitalar · Cirurgia plástica
Mastopexia com prótese
Custo do procedimento sob a perspectiva do hospital: quanto custa realizar a mastopexia bilateral com inclusão de implantes mamários de silicone, qual preço cobre esse custo com a margem desejada e quanto ele gera hoje em conta aberta.
Mastopexia com prótese
Código EvoduxEVX-PLA-MAS-01-CPH
Versão1.0
Data-baseOut/2026
Próxima atualizaçãoAbr/2027

Leitura econômica do procedimento

Resumo do produto

ElementoReferência do produto
O que é o produtoCusto de procedimento cirúrgico hospitalar (CPH): custo do procedimento, estrutura hospitalar e resultado econômico do hospital
Base técnicaBase técnica Evodux de mastopexia com prótese · versão 1.0 · data-base out/2026
ProcedimentoMastopexia bilateral com inclusão de implantes mamários de silicone no mesmo tempo cirúrgico (mastopexia de aumento), em caráter eletivo
Códigos TUSSSem código TUSS específico para mastopexia estética com prótese. Referências de codificação em casos reparadores: 30602262 (reconstrução da mama com prótese e/ou expansor) e 30602173 (mastoplastia em mama oposta após reconstrução da contralateral)
EspecialidadeCirurgia plástica
Escopo hospitalarComponente hospitalar do episódio, com OPME incluída
Honorários médicosNão incluídos no custo hospitalar (cirurgião plástico, auxiliar e anestesiologista)
Preço de referência EvoduxR$ 8.806,64 (apartamento standard) · R$ 7.091,20 (enfermaria)
Permanência1 diária de acomodação, alta em até 24 horas; UTI não programada
OPME principalPar de implantes mamários de silicone em gel coesivo (R$ 3.190,00)
Código e data-baseEVX-PLA-MAS-01-CPH · versão 1.0 · data-base out/2026
Escopo do produto
Componente hospitalar do episódio, com OPME incluída. Honorários do cirurgião plástico, do auxiliar e do anestesiologista não integram o custo hospitalar. Exames e consultas antes da internação, sutiã ou malha de compressão, curativos e retornos após a alta ficam fora deste custo. Códigos TUSS: 30602262 · 30602173 (referência).

Como utilizar este produto

Um roteiro em seis etapas, do protocolo ao resultado econômico do hospital.

01Confirmar o caso índice

Verifique se as pacientes do hospital correspondem à mastopexia bilateral eletiva com implantes de silicone em um tempo, sem dreno, com alta em até 24 horas, que serve de referência ao custo.

02Revisar protocolo e custo

Leia os protocolos anestésico, do procedimento e pós-procedimento, informe o custo de aquisição do hospital e os códigos TUSS dos itens.

03Custear a estrutura

Informe sala cirúrgica, acomodação e custos operacionais no modo simplificado ou no custeio detalhado por centro de custo.

04Precificar o procedimento

Defina tributos e margem e obtenha o preço de equilíbrio e o preço do procedimento, comparados à referência Evodux e aos benchmarks.

05Medir a operação atual

Envie as contas reais do procedimento para cruzar a utilização com o protocolo e medir faturamento, receita líquida, custo e resultado.

06Avaliar propostas e acompanhar

Compare uma proposta da operadora ou um pacote particular com o seu custo, teste cenários e, após implantar, acompanhe previsto e realizado.

Quatro grandezas que o produto nunca mistura
Faturamento é o que o hospital cobra. Receita líquida é o que efetivamente recebe depois de glosas e ajustes. Custo é o valor dos recursos consumidos para realizar o procedimento. Resultado é a receita líquida menos tributos, encargos incidentes e custo. A conta hospitalar não é custo e o preço negociado não é custo.

Origem de cada informação

Dado EvoduxDado do hospitalConta importadaCalculadoBenchmark

Todo indicador com o botão i abre a rastreabilidade completa: dado de origem, fonte, premissa e fórmula. Valores sem base aparecem como não informado e nunca como zero.

Caso índice clínico

Premissas que orientam o protocolo-base e a precificação.

TUSSSem TUSS específico · referência 30602262 + 30602173
AnestesiaGeral balanceada
TécnicaMastopexia bilateral · implantes de silicone · sem dreno
Permanência1 diária · sem UTI
PremissaCaso índice Evodux
Paciente de referênciaMulher adulta, 35 anos utilizados exclusivamente como referência de modelagem; ASA I ou II; não tabagista
Peso / altura / IMC60 kg / 1,65 m / 22,0 kg/m²
Condição clínicaPtose mamária bilateral grau II a III com perda de volume mamário, com indicação de mastopexia associada à inclusão de implantes; procedimento eletivo; paciente clinicamente estável
ComorbidadesSem comorbidade relevante capaz de modificar materialmente a jornada-base; sem uso de anticoagulante
ProcedimentoMastopexia bilateral com inclusão de implantes mamários de silicone no mesmo tempo cirúrgico [C1][C2]
Códigos de referênciaSem código TUSS específico para a mastopexia estética com prótese, que não integra o Rol da ANS. Referências de codificação em casos reparadores: TUSS 30602262 (CBHPM 3.06.02.26-2, reconstrução da mama com prótese e/ou expansor, 2 auxiliares, porte anestésico 5) e TUSS 30602173 (CBHPM 3.06.02.17-3, mastoplastia em mama oposta após reconstrução da contralateral, porte 8A, 1 auxiliar, porte anestésico 5)
Técnica anestésicaAnestesia geral balanceada com intubação orotraqueal, indução venosa e manutenção com sevoflurano. Técnica de referência adotada como premissa de modelagem; a diretriz ERAS de reconstrução mamária recomenda anestesia venosa total (item 10) [P1] (referência bibliográfica de reconstrução mamária, aplicada à mastopexia por extrapolação; não confundir com o benchmark de preço P1), divergência a decidir pelo responsável técnico
Técnica do procedimentoMarcação prévia; infiltração com lidocaína e epinefrina; incisão periareolar com extensão vertical ou em T invertido conforme o grau de ptose; loja do implante em plano subglandular ou plano duplo; irrigação da loja com solução antibiótica; inserção do implante com manipulação mínima e troca de luvas; remodelamento do parênquima, ressecção cutânea e síntese em planos, sem dreno (premissa econômica do caso-base; o uso de dreno, quando indicado, exige ajuste de custo e enquadramento). A irrigação antibiótica da loja tem apoio em [C3] e a manipulação mínima do implante em [C4]; marcação, padrão de incisão, plano da loja, troca de luvas e ausência de dreno são premissas de modelagem, sem fonte específica no produto. A decisão de técnica, plano, volume e perfil do implante permanece do cirurgião.
Profilaxia antibióticaCefazolina 2 g por via venosa em dose única, até 60 minutos antes da incisão [A4][P1]. Momento conferido em [P1] (item 7); dose de 2 g não conferida no texto da fonte, a validar pelo responsável técnico
Prevenção de tromboembolismoRisco individual estratificado; no caso índice, baixo risco é hipótese do caso de referência (não conclusão automática por se tratar de paciente saudável), meia de compressão e deambulação precoce, sem anticoagulante programado [P2][P1]
OPME1 par de implantes mamários de silicone em gel coesivo, volume e perfil conforme o planejamento cirúrgico
UTINão programada; zero diária de UTI no caso índice
Permanência prevista1 diária em apartamento standard (ou enfermaria), com alta em até 24 horas da admissão
Regra do caso índice
O caso índice norteia o dimensionamento técnico e econômico. Padrão de cicatriz, plano da loja, ausência de dreno e número de fios são premissas de modelagem, não indicação clínica. Ajustes por anatomia, volume do implante, risco tromboembólico e protocolo institucional seguem responsabilidade assistencial.

Jornada e permanência do caso índice

EtapaCaso índice Evodux
AdmissãoNo dia da cirurgia, em jejum conforme o protocolo anestésico, com exames, avaliação pré-anestésica e marcação cirúrgica prévios fora deste custo
Sala cirúrgicaAté 3 horas, da entrada na sala à saída: indução anestésica, posicionamento, antissepsia, mastopexia bilateral com inclusão dos implantes e curativo
Recuperação (RPA)Até 2 horas após a cirurgia, com monitorização até os critérios de alta da recuperação
Unidade de internaçãoApartamento standard ou enfermaria: analgesia multimodal, profilaxia de náusea, hidratação até a aceitação da dieta, deambulação precoce, meia de compressão e vigilância de hematoma
UTINão programada. Transferência somente por intercorrência (hematoma com instabilidade, sangramento, evento cardiorrespiratório), tratada como evento fora do caso índice
AltaPremissa de custeio: alta em até 24 horas da admissão. A decisão de alta é do médico assistente; critérios clínicos de referência: dor controlada por analgesia oral, sem sinais de hematoma ou sangramento ativo, aceitando dieta, deambulando e com diurese espontânea, com orientações e retorno ambulatorial (critérios sem fonte específica no produto, a validar pelo responsável técnico). Tempo de sala, recuperação e diária são premissas econômicas, não critérios de alta.
Total do episódio1 diária de acomodação · 0 diária de UTI · 3 horas de sala · 2 horas de recuperação
Por que sem UTI e sem dreno
A mastopexia de aumento em um tempo é descrita com taxas conhecidas de complicação e de reoperação [C1][C2]. Curta permanência, 1 diária de acomodação e ausência de UTI programada são premissas de modelagem do caso índice, sem fonte específica no produto. Dreno não está previsto no caso-base econômico; trata-se de premissa de custo, não de proibição clínica. Se o cirurgião indicar dreno, o custo e o enquadramento devem ser ajustados. UTI planejada, drenos, associação com outro procedimento ou permanência prevista maior caracterizam outra jornada e exigem reclassificação.

Como o caso índice deve ser usado

O caso índice é a referência do custo deste produto: mastopexia bilateral eletiva com inclusão de um par de implantes de silicone em um único tempo, em paciente saudável, sem dreno, sem UTI programada e com permanência de até uma diária. Antes de comparar o custo de um episódio real com a referência, confirme se ele é comparável a esse caso.

Mastopexia em dois tempos, troca ou retirada de implantes, capsulectomia, mastopexia reparadora após grande perda de peso, reconstrução mamária, associação com abdominoplastia, lipoaspiração ou outro procedimento, uso de dreno, UTI programada ou permanência prevista acima de uma diária descrevem outro procedimento ou outra jornada. Nesses casos, o custo deste produto não se aplica diretamente e a diferença não deve ser lida como desvio de protocolo.

Regra de uso
Usar o custo e o preço deste produto somente para episódios que correspondam ao caso índice. Episódios de outra natureza exigem o custo do procedimento correspondente.

Protocolo anestésico

Anestesia geral do caso índice: o que será feito, como será realizado e quais recursos sustentam o procedimento.

AnestesiaGeral balanceada · intubação orotraqueal
O que será feitoComo será feitoO que será utilizado
Avaliação e preparaçãoConfirmar o enquadramento no caso índice, o jejum, o plano anestésico e puncionar acesso venoso periférico.Avaliação antes da anestesia, cateter venoso 20G e equipo. Jejum conforme a diretriz da ASA, com líquidos claros até 2 horas antes [A2][P1].
MonitorizaçãoMonitorar oxigenação, ventilação com capnografia, circulação e temperatura durante toda a anestesia.Cardioscopia, oximetria de pulso, pressão não invasiva, capnografia e temperatura [A1][P1]. Linha de amostragem da capnografia, sensor de temperatura e aquecimento ativo da paciente não estão na composição de itens: presumidos na estrutura da sala, a confirmar pelo hospital.
AnsióliseAdministrar benzodiazepínico em dose baixa antes da indução, quando indicado.Midazolam.
Indução e intubaçãoInduzir por via venosa com opioide, hipnótico e bloqueador neuromuscular e intubar a traqueia.Fentanila, propofol, lidocaína, rocurônio, tubo endotraqueal 7,0 com balonete e cânula de Guedel.
ManutençãoManter anestesia inalatória em baixo fluxo, com complemento de opioide conforme a resposta.Sevoflurano e filtro trocador de calor e umidade.
Profilaxia antibióticaAdministrar cefazolina 2 g por via venosa em até 60 minutos antes da incisão.Cefazolina 1 g, 2 frascos. [A4][P1]
Profilaxia de náusea e vômitoAssociar antieméticos de classes diferentes (profilaxia multimodal) conforme o risco da paciente.Dexametasona e ondansetrona. [A3][P1]
Configuração de referência
Técnica de referência do protocolo: anestesia geral balanceada com intubação orotraqueal. Anestesia venosa total, recomendada pela diretriz ERAS de reconstrução mamária [P1] (extrapolação para mastopexia; referência bibliográfica, não o benchmark de preço P1), bloqueios da parede torácica e máscara laríngea não fazem parte da configuração precificada.

Suporte durante e ao fim da anestesia

O que será feitoComo será feitoO que será utilizado
Analgesia intraoperatóriaIniciar a analgesia multimodal antes do despertar.Dipirona, como componente da analgesia multimodal [P1]. A fonte cita paracetamol e anti-inflamatório; a dipirona é escolha da prática brasileira, sem fonte específica no produto.
HidrataçãoManter reposição volêmica com cristaloide balanceado durante a cirurgia [P1].Ringer com lactato, 3 bolsas de 500 mL.
Reversão do bloqueio neuromuscularReverter o bloqueio residual antes da extubação.Neostigmina associada à atropina.
Extubação e transferênciaExtubar com a paciente acordada e transferir para a recuperação.Aspiração de vias aéreas, seringas e agulhas de preparo.
Regra de modelagem
As quantidades de medicamentos e materiais utilizadas na precificação representam premissas econômicas do caso índice e não constituem prescrição individual.

Precificação do protocolo anestésico

Itens e custos do protocolo anestésico, com a referência Evodux e o custo do hospital.

Preencha a coluna Custo do hospital com o custo de aquisição da instituição. Em branco, vale a referência Evodux. Com o protocolo institucional ativo, também é possível alterar quantidades, excluir e incluir itens.

Medicamentos de indução e manutenção
Fonte econômica
Base Evodux de clientes, projetos, protocolos e referências de aquisição; data-base out/2026. Materiais devem corresponder à unidade de aquisição efetiva.
Profilaxias, analgesia, reversão e hidratação
Materiais de via aérea e monitorização
Materiais de preparo e administraçãoAbertura item a item
Subtotal protocolo anestésico
Fonte econômica
Seringas e agulhas estão abertas por apresentação e quantidade. O sevoflurano está expresso em mililitros consumidos em baixo fluxo. Honorários do anestesiologista não integram o subtotal.

Referências bibliográficas do protocolo anestésico

Literatura técnico-científica utilizada e sua aplicação específica no protocolo.

A1
American Society of Anesthesiologists. Standards for Basic Anesthetic Monitoring. Schaumburg (IL): American Society of Anesthesiologists; última emenda em 15 de outubro de 2025. Diretriz institucional, sem PMID.
Aplicação: Tipo: norma institucional ASA. Standard II: avaliação de oxigenação, ventilação, circulação e temperatura. Em paciente intubado, requer monitorização quantitativa do CO2 expirado desde a colocação do tubo até extubação ou transferência, salvo exceções previstas na norma. Temperatura é monitorizada quando mudanças clinicamente significativas forem previstas, suspeitas ou intencionais. A norma não valida a seleção de fármacos do caso índice. www.asahq.org/standards-and-practice-parameters/standards-for-basic-anesthetic-monitoring
A2
Joshi GP, Abdelmalak BB, Weigel WA, et al. 2023 American Society of Anesthesiologists Practice Guidelines for Preoperative Fasting: Carbohydrate-containing Clear Liquids with or without Protein, Chewing Gum, and Pediatric Fasting Duration. A Modular Update of the 2017 American Society of Anesthesiologists Practice Guidelines for Preoperative Fasting. Anesthesiology. 2023;138(2):132-151. doi:10.1097/ALN.0000000000004381. PMID: 36629465.
Aplicação: Tipo: diretriz de prática (ASA). Atualização modular restrita a líquidos claros com carboidrato, goma de mascar e jejum pediátrico; sustenta a ingestão de líquido claro com carboidrato até 2 horas antes da anestesia. Os tempos gerais de jejum do caso índice vêm da diretriz ASA de 2017 (Anesthesiology. 2017;126(3):376-393. PMID: 28045707), que esta atualiza. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/36629465/
A3
Gan TJ, Jin Z, Ayad S, et al. Fifth Consensus Guidelines for the Management of Postoperative Nausea and Vomiting: Executive Summary. Anesth Analg. 2026;143(3):497-513. Publicado online em 14 de novembro de 2025. doi:10.1213/ANE.0000000000007816. PMID: 41237407.
Aplicação: Tipo: consenso atualizado sobre prevenção e tratamento de náusea e vômito pós-operatórios. Atualiza a referência histórica da quarta diretriz (2020; PMID: 32467512; errata PMID: 33094991). O risco individual, as combinações profiláticas, as doses e o resgate devem ser validados pelo anestesiologista; a atualização bibliográfica não representa validação automática do esquema ou autorização para alterar medicamentos. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/41237407/
A4
Bratzler DW, Dellinger EP, Olsen KM, et al. Clinical practice guidelines for antimicrobial prophylaxis in surgery. Am J Health Syst Pharm. 2013;70(3):195-283. doi:10.2146/ajhp120568. PMID: 23327981.
Aplicação: Tipo: diretriz geral de profilaxia antimicrobiana (ASHP, IDSA, SIS e SHEA). A identidade bibliográfica foi confirmada, mas tabelas de doses e texto integral não foram conferidos nesta auditoria. A dose, o momento de administração, a necessidade de redose e a duração dependem de peso, alergias, função renal e procedimento, com validação pelo responsável técnico. Não valida isoladamente o regime completo do caso índice. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/23327981/

Configuração anestésica e aderência bibliográfica

Delimitação entre as recomendações consultadas e a configuração efetivamente precificada.

Configuração precificada
Versão-base: anestesia geral balanceada com fentanila, propofol, rocurônio e sevoflurano, cefazolina 2 g em dose única, profilaxia de náusea com dexametasona e ondansetrona, dipirona intraoperatória e reversão com neostigmina e atropina. A escolha definitiva segue avaliação individual e protocolo institucional.
Aderência bibliográfica / componentes não incluídos
A diretriz ERAS de reconstrução mamária recomenda anestesia venosa total (item 10) [P1], referência de reconstrução mamária aplicada à mastopexia por extrapolação e distinta do benchmark de preço P1; a versão-base mantém sevoflurano como premissa de modelagem, a decidir pelo responsável técnico. Bloqueios da parede torácica, sugamadex e outros esquemas de profilaxia de náusea não estão precificados. Somente os componentes explicitamente apresentados nas tabelas estão precificados nesta versão-base.
Regra para customização
Inclusão de recurso anestésico adicional, como bloqueio regional guiado por ultrassom ou sugamadex, exige definição prévia de técnica, medicamentos, materiais, quantidades e custos antes da implantação, no protocolo institucional.

Protocolo do procedimento

Mastopexia bilateral com inclusão de implantes do caso índice descrita pelo que será feito, como e com quais recursos.

TécnicaMastopexia bilateral · implantes de silicone · técnica sem toque

Preparo, antissepsia e infiltração

O que será feitoComo será feitoO que será utilizado
PosicionamentoPosicionar a paciente em decúbito dorsal com os membros superiores abduzidos e fixados, permitindo a posição sentada durante a cirurgia.Placa dispersiva do bisturi elétrico e meia de compressão já calçada [P2][P1].
AntissepsiaDegermar e aplicar antisséptico alcoólico no tórax, nas mamas e nas axilas.Clorexidina degermante 2% e clorexidina alcoólica 0,5% [C5][P1]. A concentração estudada em [C5] não consta do resumo conferido; concentração a validar pelo controle de infecção.
Campos e paramentaçãoMontar o campo estéril e paramentar a equipe.Campos cirúrgicos estéreis, aventais e luvas.
InfiltraçãoInfiltrar as linhas de incisão e o plano de dissecção com solução de lidocaína com epinefrina para hemostasia.Lidocaína 2% com epinefrina 1:200.000 diluída em soro fisiológico, seringas de 20 mL e agulhas.

Loja do implante e inclusão das próteses

O que será feitoComo será feitoO que será utilizado
Incisão e dissecçãoIncisar conforme a marcação e dissecar a loja do implante em plano subglandular ou plano duplo, com hemostasia rigorosa.Lâmina nº 15, caneta de eletrocautério, compressas, gaze e aspiração.
Irrigação da lojaIrrigar a loja com solução antibiótica antes da inserção do implante.Soro fisiológico com cefazolina 1 g e gentamicina 80 mg (composição orçada no caso índice). [C3] sustenta a irrigação antibiótica da loja, estudada com solução tripla; não há equivalência demonstrada entre os esquemas e nenhuma droga foi acrescentada por inferência. Solução a validar pelo responsável técnico.
Inserção do implanteTrocar as luvas, manusear o implante o mínimo possível e inseri-lo com técnica sem toque.Par de implantes mamários de silicone e luvas novas. Manipulação mínima do implante [C4]; troca de luvas como premissa da técnica.

Mastopexia, síntese e curativo

O que será feitoComo será feitoO que será utilizado
Remodelamento e ressecçãoPosicionar o complexo areolopapilar, remodelar o parênquima e ressecar o excesso de pele conforme a marcação, conferindo a simetria na posição sentada.Instrumental cirúrgico, eletrocautério e compressas.
Síntese em planosFechar a cápsula e o parênquima com fio absorvível trançado e a derme e a pele com fios monofilamentares, sem dreno.Fio absorvível trançado 2-0, poliglecaprona 3-0 e 4-0 e náilon 4-0.
Curativo e transferênciaAplicar curativo oclusivo e transferir a paciente para a recuperação.Gaze e fita adesiva microporosa.
Segurança e rastreabilidade do implante
Antes da inserção, conferir volume, perfil, superfície, validade, integridade da embalagem e esterilidade dos implantes, e registrar no prontuário as etiquetas de lote e número de série de cada prótese. A diferença de utilização em relação ao protocolo é dado econômico, não julgamento assistencial.

Precificação do protocolo do procedimento

Medicamentos e materiais diretamente consumidos, com a referência Evodux e o custo do hospital.

Preencha a coluna Custo do hospital com o custo de aquisição da instituição. Em branco, vale a referência Evodux. Com o protocolo institucional ativo, também é possível alterar quantidades, excluir e incluir itens.

Medicamentos e soluções do procedimentoParte 1 de 3
Fonte econômica
Base Evodux de clientes, projetos, protocolos e referências de aquisição; data-base out/2026. Materiais devem corresponder à unidade de aquisição efetiva.
Paramentação, campos e materiais cirúrgicosParte 2 de 3
Fios de sutura e curativoParte 3 de 3
Subtotal protocolo do procedimento
Fonte econômica
O par de implantes está na OPME. Estrutura da sala cirúrgica, instrumental reutilizável, equipe operacional e equipamentos fixos aparecem em custos operacionais. Honorários do cirurgião e do auxiliar não integram o subtotal.

Precificação da OPME

Configuração padrão do caso índice e regra econômica para variações.

Preencha a coluna Custo do hospital com o custo de aquisição da instituição. Em branco, vale a referência Evodux. Com o protocolo institucional ativo, também é possível alterar quantidades, excluir e incluir itens.

OPME padrão do caso índice
Subtotal OPME padrão
Dentro do custo padrão
  • Variação rotineira de marca na mesma categoria técnica
  • Volume e perfil do implante conforme o planejamento
  • Superfície lisa ou texturizada da mesma categoria
Outra configuração: custear à parte
  • Implantes de poliuretano ou de categoria superior
  • Implantes anatômicos de projeção especial
  • Matriz dérmica acelular ou tela de sustentação
  • Drenos de sucção
  • Medidores descartáveis ou funil de inserção
Fonte econômica
Base Evodux; data-base out/2026. O par de implantes é adquirido e precificado como uma unidade de OPME. Configuração superior deve ser custeada separadamente.

Composição detalhada da OPME padrão

ComponenteQtd.Especificação de referênciaLinha de custo
Implante mamário de silicone, mama direita1Gel de silicone coesivo, invólucro de elastômero de silicone, base redonda; volume, perfil e superfície conforme o planejamento cirúrgico; registro na ANVISAPar de implantes mamários de silicone
Implante mamário de silicone, mama esquerda1Mesma especificação do implante direito, admitida diferença de volume para correção de assimetriaPar de implantes mamários de silicone

Os dois implantes compõem uma única linha de custo, o par de implantes.

Como interpretar a OPME padrão

A configuração de OPME desta versão é a referência econômica do caso índice: um par de implantes mamários de silicone em gel coesivo, de base redonda, com volume, perfil e superfície definidos pelo cirurgião. Essa combinação organiza a precificação do custo; não deve ser apresentada como marca obrigatória nem como recomendação clínica universal.

Variação de marca dentro da mesma categoria, de volume e de perfil não altera o custo de referência de forma material. Implantes de poliuretano, anatômicos de projeção especial, matriz dérmica, telas, drenos e acessórios descartáveis de inserção representam outra configuração e devem ser custeados à parte, no protocolo institucional ou no custo do procedimento correspondente.

As referências sustentam a mastopexia de aumento em um tempo e a manipulação mínima do implante, mas não tornam obrigatória uma marca ou modelo de implante. Esta é a configuração Evodux adotada para modelagem técnico-econômica do caso índice; alternativas clinicamente adequadas podem ser avaliadas conforme equivalência e justificativa, com o custo recalculado no protocolo institucional.

Referências bibliográficas do protocolo do procedimento

Literatura técnico-científica utilizada no protocolo do procedimento.

C1
Calobrace MB, Herdt DR, Cothron KJ. Simultaneous augmentation/mastopexy: a retrospective 5-year review of 332 consecutive cases. Plast Reconstr Surg. 2013;131(1):145-156. doi:10.1097/PRS.0b013e318272bf86. PMID: 22965238.
Aplicação: Tipo: série retrospectiva, nível III. Em 332 casos combinados, complicações de 22,9% e reoperações de 23,2%, agregando procedimentos primários e secundários. São resultados descritivos de uma coorte, não previsão individual para o caso índice nem garantia de segurança, tempo de sala ou permanência. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/22965238/
C2
Khavanin N, Jordan SW, Rambachan A, Kim JYS. A systematic review of single-stage augmentation-mastopexy. Plast Reconstr Surg. 2014;134(5):922-931. doi:10.1097/PRS.0000000000000582. PMID: 25347628.
Aplicação: Tipo: revisão sistemática de 23 estudos e 4.856 casos de mastopexia de aumento em um tempo. Complicações combinadas: 13,1% (IC95% 6,7–21,3). Reoperações: 10,7% (IC95% 6,7–15,4), calculadas a partir de 13 estudos. Heterogeneidade elevada e seguimento frequentemente inferior a um ano limitam a aplicação ao caso índice. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/25347628/
C3
Adams WP Jr, Rios JL, Smith SJ. Enhancing patient outcomes in aesthetic and reconstructive breast surgery using triple antibiotic breast irrigation: six-year prospective clinical study. Plast Reconstr Surg. 2006;117(1):30-36. PMID: 16404244. Republicado em Plast Reconstr Surg. 2006;118(7 Suppl):46S-52S. doi:10.1097/01.prs.0000185671.51993.7e. PMID: 17099483.
Aplicação: Tipo: estudo prospectivo de cirurgião único, sem grupo controle próprio, com 335 pacientes e irrigação tripla antibiótica. Contratura grau III/IV: 1,8% no aumento primário, 0% na mastopexia de aumento e 9,5% na reconstrução. A solução econômica do caso índice contém cefazolina e gentamicina e não pode ser considerada equivalente à solução tripla apenas por esta citação. Composição, indicação e segurança permanecem pendentes de validação técnica; não adicionar fármacos automaticamente. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/16404244/
C4
Deva AK, Adams WP Jr, Vickery K. The role of bacterial biofilms in device-associated infection. Plast Reconstr Surg. 2013;132(5):1319-1328. doi:10.1097/PRS.0b013e3182a3c105. PMID: 23924649.
Aplicação: Tipo: revisão de biofilmes em dispositivos. Apoia o racional geral de redução de contaminação, não comprova isoladamente cada manobra ou solução do caso índice. O plano de 14 pontos não foi verificado nesta referência e não deve ser atribuído a ela. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/23924649/
C5
Darouiche RO, Wall MJ Jr, Itani KMF, et al. Chlorhexidine-alcohol versus povidone-iodine for surgical-site antisepsis. N Engl J Med. 2010;362(1):18-26. doi:10.1056/NEJMoa0810988. PMID: 20054046.
Aplicação: Tipo: ensaio clínico randomizado. Ensaio randomizado multicêntrico com 849 pacientes de cirurgia limpa-contaminada: infecção do sítio cirúrgico de 9,5% com clorexidina alcoólica contra 16,1% com povidona-iodo. Sustenta a antissepsia da pele com clorexidina alcoólica, por extrapolação para cirurgia limpa; a concentração não consta do resumo. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/20054046/
Leitura das referências
As fontes sustentam premissas técnicas usadas na modelagem econômica. Alternativas válidas não tornam a configuração-base obrigatória.

Protocolo pós-procedimento

O que será feito, como será conduzido e quais recursos compõem a internação índice.

O que será feitoComo será feitoO que será utilizado
Recuperação após a cirurgia (RPA)Manter monitorização até os critérios institucionais de alta da recuperação e transferir para a unidade de internação.Monitorização, oxigênio quando necessário e analgesia, conforme rotina da recuperação pós-anestésica do hospital.
Analgesia multimodalManter analgésico e anti-inflamatório em horário fixo e opioide apenas como resgate.Dipirona, cetoprofeno e tramadol. Analgesia multimodal poupadora de opioide com anti-inflamatório [P1]; dipirona sem fonte específica no produto; tramadol só como resgate.
Náusea e vômitoTratar náusea com antiemético de resgate de classe diferente da profilaxia, quando presente.Antiemético de resgate conforme prescrição [A3], de preferência de classe diferente da usada na profilaxia (regra não conferida no texto integral da fonte, a validar pelo responsável técnico). Profilaxia, reserva orçamentária e resgate são distintos: a profilaxia intraoperatória usa dexametasona e ondansetrona; a quantidade adicional de ondansetrona no orçamento é apenas reserva econômica e não indica que a diretriz recomende repetir a mesma medicação no resgate. O custo usa ondansetrona como premissa econômica; a escolha do resgate é do anestesiologista e deve ser validada pelo responsável técnico.
HidrataçãoManter hidratação venosa até a aceitação da dieta.Soro fisiológico 0,9% e equipo.
Janela do caso índice
Recuperação de até 2 horas após a cirurgia e internação prevista de até 1 diária. Permanência diferente altera o custo de internação e pode ser simulada em Cenários.

Internação, alta e continuidade assistencial

O que será feitoComo será feitoO que será utilizado
Prevenção de tromboembolismoManter meia de compressão e estimular deambulação precoce; anticoagulante somente se a estratificação individual de risco indicar.Meia de compressão [P2][P1]. O item precificado é meia 7/8 de média compressão, recurso orçamentário do caso índice; não há equivalência demonstrada com meias antiembólicas ou compressão pneumática intermitente. A prevenção mecânica é individualizada pelo responsável técnico.
Vigilância de hematomaInspecionar as mamas, o curativo e a dor em intervalos regulares.Avaliação de enfermagem e do cirurgião.
Dieta e deambulaçãoLiberar dieta e deambulação assim que a paciente estiver acordada e sem náusea.Dieta hospitalar, incluída na diária da acomodação. Alimentação precoce e mobilização em até 24 horas [P1].
Avaliação de altaVerificar dor, sangramento, sinais de hematoma, aceitação da dieta, deambulação e diurese, e entregar as orientações de alta.Avaliação e orientações de alta. Critérios clínicos sem fonte específica no produto, a validar pelo responsável técnico.
Continuidade após a altaOrientar o uso do sutiã de sustentação, os cuidados com a ferida e o retorno ambulatorial, fora deste custo hospitalar.Plano de alta e seguimento.
Limite financeiro
Medicamentos após a alta, sutiã ou malha de compressão, curativos domiciliares, consultas e retornos ambulatoriais não integram este custo hospitalar.

Precificação do protocolo pós-procedimento

Recursos diretamente consumidos, com a referência Evodux e o custo do hospital.

Preencha a coluna Custo do hospital com o custo de aquisição da instituição. Em branco, vale a referência Evodux. Com o protocolo institucional ativo, também é possível alterar quantidades, excluir e incluir itens.

Medicamentos da internaçãoParte 1 de 2
Fonte econômica
Base Evodux de clientes, projetos, protocolos e referências de aquisição; data-base out/2026. Materiais devem corresponder à unidade de aquisição efetiva.
Materiais da internaçãoParte 2 de 2
Subtotal protocolo pós-procedimento
Fonte econômica
Recuperação e acomodação são apresentadas separadamente como componentes de custo hospitalar. A dieta prescrita está incluída na diária da acomodação.

Referências bibliográficas do protocolo pós-procedimento

Literatura técnico-científica utilizada no protocolo pós-procedimento.

P1
Temple-Oberle C, Shea-Budgell MA, Tan M, et al. Consensus Review of Optimal Perioperative Care in Breast Reconstruction: Enhanced Recovery after Surgery (ERAS) Society Recommendations. Plast Reconstr Surg. 2017;139(5):1056e-1071e. doi:10.1097/PRS.0000000000003242. PMID: 28445352.
Aplicação: Tipo: consenso com recomendações da ERAS Society. Por extrapolação da reconstrução mamária, texto integral conferido (PMC9074892): jejum com líquidos claros até 2 horas (item 4), profilaxia de tromboembolismo com métodos mecânicos (item 6), clorexidina e antibiótico intravenoso até 1 hora antes da incisão (item 7), profilaxia multimodal de náusea e vômito (item 8), analgesia multimodal poupadora de opioide (itens 9 e 13), prevenção de hipotermia com aquecimento ativo e monitorização da temperatura (item 11), alimentação precoce (item 14) e mobilização em até 24 horas (item 17). O item 10 recomenda anestesia venosa total, o que diverge do sevoflurano do caso índice e fica a decidir pelo responsável técnico. Não define critérios de alta. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/28445352/
P2
Murphy RX Jr, Alderman A, Gutowski K, et al. Evidence-based practices for thromboembolism prevention: summary of the ASPS Venous Thromboembolism Task Force Report. Plast Reconstr Surg. 2012;130(1):168e-175e. doi:10.1097/PRS.0b013e318254b4ee. PMID: 22743901. Complemento atualizado: American Society of Plastic Surgeons. Preventing Venous Thromboembolism in Hospitalized Plastic Surgery Patients. Practice Reference. 15 de dezembro de 2023.
Aplicação: Tipo: recomendações ASPS e referência prática atualizada. Exigem avaliação individual documentada, como Caprini 2005, considerando também o risco do procedimento. A publicação de 2023 aborda compressão sequencial na anestesia geral intubada e seleção individualizada da quimioprofilaxia. A base é predominantemente hospitalar e exige cautela na aplicação à estética ambulatorial. Não inferir baixo risco apenas pelo caso índice; meias e deambulação não substituem a avaliação clínica. Documento educativo, não substitui julgamento médico. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/22743901/

Custo do procedimento

Consolidação dos três protocolos precificados e da OPME, na referência Evodux e no custo do hospital.

Custo do procedimento
O que este valor representa
O custo do procedimento reúne os recursos assistenciais diretamente consumidos no caso índice. Sala cirúrgica, RPA, acomodação, impostos e margem não estão incluídos nesta etapa.

Custos operacionais hospitalares

A estrutura que o hospital mantém para realizar o procedimento: sala, recuperação, leito, esterilização, equipamentos, logística e administração. Cada hospital tem o seu custo.

Referência Evodux
Cada hospital tem o seu custo
Os custos operacionais variam entre hospitais conforme estrutura, porte, produtividade, contratos e tributação. Os valores acima são referência Evodux: cada hospital deve substituir o custo-hora da sala cirúrgica e o percentual de rateio pelos seus custos efetivamente apurados.
Como o custo operacional é calculado
Sala cirúrgica: tempo de sala do caso índice (3 h) multiplicado pelo custo-hora de referência (R$ 249,45/h), incluindo sala física, aparelho de anestesia, mesa e foco cirúrgicos, bisturi elétrico, utilidades, higienização, gases, apoio predial e depreciação-base. Rateio operacional: 5% sobre o custo total do episódio (custo do procedimento + sala cirúrgica + acomodação), representando de forma simplificada os demais custos operacionais do hospital, sem abertura item a item. Cada custo aparece uma vez; recursos já absorvidos não são recobrados como extra.

Custeio do hospital

Tempos e permanência do caso índice

Direcionadores que convertem a estrutura em custo do episódio. Em branco, vale a referência do protocolo Evodux.

Entra no custo só no custeio detalhado (com custo-hora de RPA); no simplificado, a RPA está no rateio e o tempo aparece só na jornada e nos gatilhos

Modo simplificado

Referência simplificada Evodux. Pode ser substituída pelo custeio próprio da instituição.
Inclui sala física, aparelho de anestesia, mesa e foco cirúrgicos, bisturi elétrico, utilidades, higienização, gases, apoio predial e depreciação-base
Leito, enfermagem de rotina, hotelaria, higienização e apoio geral; dieta fora

No modo simplificado a RPA, a CME, os equipamentos, a logística e o overhead não têm linha própria: estão representados pelo rateio. Para abri-los, utilize o custeio hospitalar detalhado.

Resultado do custeio operacional

Acomodação

A internação é apresentada separadamente para permitir duas configurações de contratação.

Configuração do caso índice
Apartamento standard por até 1 diária. A versão em enfermaria utiliza o mesmo protocolo assistencial e altera apenas o componente de acomodação.
O que a acomodação inclui
Leito ou quarto, enfermagem de rotina, hotelaria, higienização, apoio geral da unidade e dieta prescrita. A dieta prescrita está incluída na diária de referência.
Contagem das diárias
Regra-base: 1ª diária = admissão até 24 h; a 2ª diária é aberta após 24 h da admissão. A regra pode ser substituída pela convenção contratual da operadora e do hospital.

Composição de preço do procedimento

Duas configurações de acomodação, com a mesma metodologia de impostos e margem.

Leitura
A diferença entre as configurações decorre apenas da acomodação. Impostos devem refletir a carga efetiva do hospital. Margem de 10% = margem sobre a receita do episódio.

Estes valores são a referência Evodux. O custo e o preço do hospital, com os seus próprios dados, estão em e em .

Precificação do procedimento

Do custo hospitalar total ao preço do procedimento, com tributos e margem do hospital. A margem é calculada sobre a receita, nunca somada ao custo.

Identificação do procedimento

Base técnica: sem TUSS específico; referência 30602262 e 30602173

Premissas de preço do hospital

Substitua pela carga efetiva do hospital
Sobre a receita
Custos financeiros, inadimplência
Preço do procedimento

Composição do preço

Preço por margem

Posicionamento do preço

Preço de tabela do hospital

Códigos TUSS dos itens

Fórmulas aplicadas

Custo do hospital × referência Evodux

Custo assistencial direto somado à estrutura hospitalar imputada ao episódio. Este é o valor que a receita do procedimento precisa cobrir antes de tributos e margem.

Estrutura do custo: referência Evodux × hospital

A referência Evodux v1.0 não possui linhas próprias de RPA, CME, equipamentos e overhead: esses custos estão representados de forma simplificada pelo rateio operacional de 5% sobre custo direto, sala cirúrgica e acomodação. Por isso, quando o hospital abre esses centros no modo detalhado, a comparação linha a linha deve ser lida junto com a linha de rateio.

Base dos Benchmarks Evodux

Base proprietária Evodux composta por episódios qualificados e comparáveis ao caso índice deste produto.

a informarinstituições hospitalares
a informarprocedimentos comparáveis
a informarmeses de observaçãoperíodo a informar
Critério de composição
Os episódios são submetidos a critérios de elegibilidade, padronização de escopo e consolidação por instituição antes da formação dos benchmarks.

Como o benchmark é construído

Metodologia de formação das referências de preço por perfil hospitalar.

  1. Seleção de procedimentos comparáveis ao caso índice.
  2. Padronização de escopo, OPME, permanência e componentes econômicos.
  3. Consolidação dos episódios por instituição, evitando concentração por volume.
  4. Classificação dos hospitais por estrutura, hotelaria, porte e acreditação.
  5. Formação das referências P1, P2 e P3 dentro de cada perfil.

Benchmarks Evodux · P1 · P2 · P3

Referências de preço do procedimento por perfil hospitalar Evodux.

Base dos benchmarks
Referências de preço para mastopexia bilateral com inclusão de implantes de silicone, OPME incluída e honorários médicos excluídos. P1, P2 e P3 variam por porte, hotelaria e acreditação. Base Evodux; instituições, procedimentos comparáveis e período de observação a informar.

Posição da proposta e do custo do hospital

Critérios dos perfis P1, P2 e P3

A classificação hospitalar combina três dimensões estruturais; não é percentual aplicado ao custo.

Porte
Complexidade e escala relativa da estrutura hospitalar considerada no benchmark.
Hotelaria
Padrão de acomodação e serviços de hotelaria incorporados à experiência hospitalar.
Acreditação
Nível de acreditação e requisitos de estrutura/processos considerados na classificação.
Como aplicar
P1, P2 e P3 representam perfis hospitalares do mesmo procedimento. P1 corresponde ao perfil de menor estrutura relativa; P2 ao perfil intermediário e referência central; P3 ao perfil de maior estrutura relativa. A classificação resulta da combinação de porte, hotelaria e acreditação, mantendo a mesma configuração técnica do caso índice e a OPME padrão.
Não são percentis
P1, P2 e P3 não representam percentis estatísticos, quartis, multiplicadores ou percentuais sobre o custo do procedimento. São Benchmarks Evodux de preço por perfil hospitalar.

Conta hospitalar atual

Como o procedimento é faturado e recebido hoje em fee for service. Estes dados vêm do faturamento do hospital: envie a conta do procedimento ou informe as médias do período.

Enviar a conta atual do hospitalEnvie a conta do procedimento em PDF (ou XLSX/CSV). A conta é lida, classificada e cruzada com o protocolo e os custos Evodux. Nome, CPF e demais identificadores do paciente são descartados na leitura.

Ou informe as médias do faturamento

Médias do período analisado

Se em branco: faturado menos glosa
Se em branco: custo hospitalar total do produto
Tratados como repasse

Composição média da conta faturada

Em branco: mesma premissa de tributos do pacote da operadora (ou 8,65% Evodux, se não informada)

Análise econômica da operação atual

Resultado do procedimento hoje, em conta aberta: quanto é faturado, quanto chega ao caixa, quanto custa e quanto sobra.

Pacote particular do procedimento

Orçamento da mastopexia com prótese para a paciente particular: três opções com acomodação, OPME, tempo de sala e diárias, proteção pelas contas reais, condições do pacote e de pagamento.

Como o orçamento é montado
Três opções para o paciente, que variam no que ele recebe: acomodação, configuração de OPME, tempo de sala e diárias incluídos. Todas usam os mesmos custos-base do hospital e as mesmas premissas de custo operacional, imposto e margem. A proteção contra intercorrências pode vir das contas reais do hospital. O orçamento sai com as condições do pacote, os preços dos adicionais e as condições de pagamento.

1. Custos-base do hospital

GrupoBase de cálculoCusto unitário (R$)Origem
Taxa de salaCusto-hora da sala cirúrgica
Diária · Apartamento standardCusto da diária
Diária · EnfermariaCusto da diária
Materiais e medicamentosProtocolos anestésico, do procedimento e pós-procedimento
OPME padrãoConfiguração do caso índice
Exames e avaliação antes do procedimentoHospital
Cirurgião plástico
Auxiliar
Anestesiologista

2. Proteção contra intercorrências

Reserva

3. Premissas de preço do hospital

4. Três opções para o paciente

5. Condições de pagamento

Em branco: à vista sem a taxa do cartão

6. Comparação com a conta aberta do hospital

7. Condições do pacote e adicionais

Não incluído no pacote

Preço dos adicionais

8. Orçamento para o paciente

9. Projeção

10. Referências de preço particular e de mercado

Fórmulas aplicadas

Análise de conta do procedimento

Transforme contas hospitalares reais da mastopexia com prótese em inteligência econômica: o que foi utilizado frente ao protocolo, quanto custou economicamente cada episódio e como ele se comportaria se fosse remunerado por uma proposta de pacote da operadora.

Proteção de dados. A análise é centrada no procedimento e no consumo de recursos. O leitor filtra colunas e linhas reconhecidas como identificadores pessoais, mas não garante anonimização completa. Revise os dados e prefira contas previamente anonimizadas. Cada conta recebe um identificador técnico (EP-001, EP-002...). Fora do Data Room, o salvamento é local ao navegador. Com integração EVX_STORE, dados podem ser enviados ao servidor autorizado; no Data Room sem integração, alterações ficam somente em memória. Confira o indicador de salvamento. A filtragem do leitor não anonimiza o arquivo original nem os arquivos exportados.

Arraste contas em PDF, XLSX, XLS, CSV ou TXT

Uma conta por arquivo. Em XLSX ou CSV, uma coluna de episódio ou atendimento permite importar várias contas no mesmo arquivo.

Como a leitura funciona

XLSX e CSV: o cabeçalho é identificado automaticamente (descrição, quantidade, unidade, valor unitário, valor total, grupo). PDF: o texto é extraído no navegador e as linhas com descrição e valores são estruturadas; PDFs digitalizados como imagem não têm texto legível e devem ser enviados em XLSX ou CSV. Convenção numérica: vírgula decimal e ponto de milhar (1.234,56); também são aceitos 1,234.56 e 1234.56, que não têm ambiguidade. Valores ambíguos ou com agrupamento malformado (por exemplo 1,234,567 ou 12.34,56) não são convertidos: a linha entra como incerta, com o campo indicado, para revisão. Números nativos de planilha são preservados. Cada item é classificado nas categorias econômicas Evodux por dicionário técnico e comparado com os itens do protocolo. Nenhuma classificação é considerada definitiva antes da validação do usuário.

Pacote proposto pela operadora

Informe a proposta recebida. O produto calcula receita, resultado e margem do hospital, o preço de equilíbrio e o preço necessário para a margem-alvo.

Substitua pela carga efetiva do hospital
Obrigatório quando incluídos
Prazo, antecipação, inadimplência
Em branco: mensal × 12

Conta aberta × pacote

O mesmo procedimento em dois modelos de remuneração: o que o hospital recebe e ganha hoje em fee for service e o que passaria a receber e ganhar no pacote proposto.

Volume

Em branco: mensal × 12

Preço, margem e ponto de equilíbrio

O preço mínimo que cobre custo e encargos e o preço que entrega a margem desejada, calculados com a margem sobre a receita, nunca somando percentual ao custo.

Margem-alvo

Faixa de negociação

A régua mostra a posição econômica de cada valor. Ela não indica se a proposta deve ser aceita ou recusada: essa decisão é do hospital.

Cenários e sensibilidade

Altere premissas de consumo, custo, preço e volume e veja o efeito imediato sobre custo, resultado e margem. Os valores iniciais são os do cenário atual do hospital.

Sensibilidade do resultado por episódio a uma variação de 10% em cada direcionador

Risco econômico do pacote

No pacote, a variação de consumo deixa de gerar receita adicional e passa a afetar diretamente o resultado do hospital. Estes cenários mostram quanto a margem depende da utilização.

Variabilidade do custo por episódio

Informe a distribuição do custo por episódio apurada pelo hospital ou utilize as contas analisadas. Com dados individuais, a distribuição é calculada automaticamente.

Preparação para negociação

Preparação econômica do hospital para negociar o pacote: posição da proposta, argumentos baseados em custo, riscos e cláusulas que protegem o resultado.

Cláusulas a pactuar

Registre a situação de cada ponto na negociação. As regras abaixo são as da base técnica Evodux; onde a base não define regra, o ponto aparece como a pactuar.

Roteiro de implantação

Como levar o produto do diagnóstico à operação: fases, responsáveis e entregas mínimas.

01Diagnóstico

Confirmar que a população que o hospital pretende operar corresponde ao caso índice. Enviar contas históricas do procedimento e cruzar a utilização real com o protocolo Evodux.

02Custeio

Informar os custos de aquisição do hospital item a item e custear a estrutura: sala cirúrgica, RPA, internação e custos operacionais.

03Alinhamento clínico

Apresentar o protocolo às equipes assistenciais, identificar onde a prática atual diverge da referência e levar cada divergência à governança clínica.

04Aprovação de protocolo

Quando a prática do hospital for mantida e diferir da referência, aprovar a divergência, registrar a versão e ativar o protocolo institucional, que recalcula o custo.

05Precificação

Definir o preço do procedimento a partir do custo, dos tributos e da margem, e compará-lo com a conta atual, os benchmarks e eventuais propostas da operadora.

06Parametrização operacional

Atualizar kit do procedimento e OPME padrão, prescrição de referência, cadastro de itens com código TUSS e tabela de preços do hospital.

07Piloto

Acompanhar os primeiros episódios caso a caso: consumo, tempo de sala, RPA, permanência, exceções e resultado econômico, comparando previsto e realizado.

08Revisão periódica

Revisar custo, protocolo e indicadores no rito definido pela governança. Atualização de preço não altera o protocolo; alteração de protocolo exige revisão da precificação.

Papéis e responsabilidades

ÁreaResponsabilidade na implantação
Direção executivaPatrocina a implantação, aprova a decisão econômica e as mudanças de protocolo com impacto financeiro relevante.
Direção técnica / clínicaCoordena a governança clínica e responde pela aprovação técnica do protocolo institucional.
Coordenação de cirurgia plásticaValida a técnica do procedimento, a configuração de OPME e as justificativas de exceção e reclassificação.
AnestesiologiaValida a técnica anestésica e os recursos anestésicos precificados.
Enfermagem do centro cirúrgico e da internaçãoValida tempos, RPA, rastreabilidade dos implantes, cuidados com a ferida operatória e rotinas de alta.
Farmácia e suprimentosParametriza kits, medicamentos, materiais e OPME; fornece custos de aquisição.
Controladoria e custosInforma custos próprios, custeio por centro de custo e acompanha previsto × realizado.
FaturamentoParametriza a tabela de preços e os códigos TUSS do procedimento e dos itens.
Qualidade e segurança do pacienteAcompanha os indicadores assistenciais e os eventos adversos relacionados ao procedimento.
Relacionamento com operadorasConduz a discussão comercial com a operadora a partir da análise econômica aprovada internamente.

Entregas mínimas da implantação

Marque cada entrega concluída. O registro entra nos cenários e na exportação de dados. A persistência depende do modo de uso: local no navegador fora do Data Room, servidor somente com integração autorizada, ou apenas memória quando a integração estiver indisponível. Confira o indicador de salvamento.

Regra de implantação
A alteração de valores econômicos não modifica automaticamente o caso índice, o protocolo, as quantidades, a configuração clínica ou as regras de elegibilidade. Mudanças clínicas, alterações relevantes de OPME e ampliação do escopo devem ser avaliadas separadamente e formalmente aprovadas.

Governança clínica

Como o hospital garante que o protocolo é seguido com segurança, que as exceções são decididas por quem tem responsabilidade clínica e que o resultado econômico não é obtido à custa da qualidade.

Princípio
A configuração do produto é uma referência técnico-econômica do caso índice. Ela não deve ser utilizada como protocolo médico obrigatório nem como justificativa para impedir uma alternativa clinicamente necessária. A decisão de técnica, padrão de cicatriz, plano da loja, volume, perfil e superfície dos implantes permanece do cirurgião plástico; a técnica anestésica definitiva segue a avaliação individual e o protocolo institucional.
Separação de decisões
Decisão clínica é das áreas assistenciais. Controladoria, faturamento e relacionamento com operadoras apoiam com a leitura econômica, mas não decidem conduta. Indicadores não alteram remuneração automaticamente.

Comitê de governança clínica do protocolo

Composição
Direção técnica (coordenação), coordenação de cirurgia plástica, anestesiologia, enfermagem do centro cirúrgico e da internação, farmácia, qualidade e segurança do paciente. Controladoria participa como apoio econômico.
Atribuições
Validar a aderência do protocolo; analisar desvios; decidir exceções e reclassificações; aprovar mudanças de protocolo; acompanhar indicadores assistenciais; registrar decisões e responsáveis.
Rito
Reunião de implantação antes do primeiro caso. Acompanhamento mensal nos primeiros meses. Revisão econômico-assistencial trimestral ou conforme o volume. Revisão extraordinária diante de evento adverso relevante.
Registro
Toda decisão gera registro com data, episódio ou tema, decisão, justificativa e responsável. Decisões que alteram o protocolo seguem o fluxo de aprovação de protocolo divergente.

O que a governança clínica acompanha

TemaO que observarOnde no produto
Aderência ao caso índiceEpisódios custeados como mastopexia com prótese em um tempo que não correspondem ao caso índice.
Aderência ao protocoloUtilização real de medicamentos, materiais e OPME frente à referência.
Tempos e permanênciaTempo de sala acima de 3 h, recuperação acima de 2 h e permanência acima de 1 diária.
OPMEImplantes de categoria superior, matriz dérmica, telas, drenos e acessórios de inserção, com justificativa.
Qualidade e segurançaHematoma com reabordagem, infecção do sítio cirúrgico, deiscência, necrose do complexo areolopapilar, tromboembolismo venoso, transferência não programada para UTI e readmissão relacionadas ao procedimento.

Registro de decisões da governança clínica

Aprovação de protocolo divergente

O que fazer quando a prática atual do hospital difere do protocolo de referência Evodux.

Quando se aplica
Sempre que a prática atual do hospital divergir da referência em técnica, recurso, quantidade, OPME, tempo de sala, RPA ou permanência, e o hospital pretender manter essa prática no procedimento que será custeado.

Primeiro, classificar a divergência

Equivalência
Recurso diferente com a mesma função e categoria técnica, sem aumento de custo relevante (por exemplo, marca equivalente de OPME). Registra-se a equivalência; não há novo protocolo.
Protocolo institucional
Diferença de técnica ou recurso com justificativa clínica institucional. Exige protocolo institucional aprovado, versionado e com o custo recalculado.
Fora do caso índice
A divergência muda a população ou a jornada (mastopexia em dois tempos, troca de implantes, mastopexia reparadora após grande perda de peso, procedimento associado, UTI programada). Não é mudança de protocolo: o episódio exige o custo de outro procedimento.

Fluxo de aprovação

  1. Identificação. A divergência é identificada pela equipe assistencial, pela análise de contas ou pela controladoria e registrada como solicitação.
  2. Dossiê técnico. Descrição da prática atual e da referência Evodux, justificativa clínica, referências bibliográficas, itens e quantidades afetados e impacto esperado em segurança.
  3. Avaliação econômica. Diferença de custo por episódio calculada no produto, com efeito sobre custo hospitalar total, preço do procedimento e margem.
  4. Parecer da governança clínica. O comitê avalia o dossiê e emite parecer técnico.
  5. Aprovação formal. Direção técnica aprova o protocolo; direção executiva aprova quando houver impacto econômico relevante.
  6. Versionamento. O protocolo institucional é registrado como versão customizada vinculada à v1.0, com data, alterações realizadas e responsável.
  7. Parametrização e comunicação. Atualizar kit, prescrição de referência, cadastro e faturamento; comunicar à operadora quando a mudança afetar preço ou contrato vigente.
  8. Monitoramento. Acompanhar os episódios seguintes no previsto × realizado e nos indicadores assistenciais.
Regras da base técnica
Alteração de protocolo exige revisão das referências e da precificação. Atualização de preços não altera automaticamente o protocolo. Inclusão de recurso adicional exige definição prévia de técnica, medicamentos, materiais, quantidades e custos antes da implantação. Mudanças entre modalidades já previstas não abrem exceção automática.

Solicitações de mudança de protocolo

Registre cada divergência. O impacto econômico é calculado sobre o custo hospitalar total desta análise e, se houver proposta da operadora, sobre o resultado no pacote.

Protocolo institucional

A versão do protocolo adotada pelo hospital, vinculada à referência Evodux Base técnica Evodux de mastopexia com prótese v1.0. A referência não é alterada: o protocolo institucional é uma camada do hospital sobre ela.

Identificação da versão

Alterações em relação à referência Evodux

Onde editar

Regra de uso
Toda alteração de protocolo deve passar pela aprovação de protocolo divergente e pela governança clínica antes de ser ativada. Alteração de protocolo exige revisão das referências e da precificação; atualização de preços não altera o protocolo. A análise de contas continua comparando a utilização real com a referência Evodux.

Indicadores

Indicadores assistenciais e econômicos para acompanhar se o resultado econômico do procedimento se sustenta sem comprometer a qualidade.

Eventos assistenciais do período

Janelas de acompanhamento, vínculo com o procedimento e critérios de exclusão devem ser definidos antes da apuração. Com volume pequeno, leia contagens absolutas junto das taxas.

Previsto × realizado

Depois da contratação, registre o realizado por período e compare com o que foi previsto na negociação.

Dashboards

Visão executiva da economia do procedimento. Painéis sem dados indicam o que precisa ser informado.

Metodologia de precificação Evodux

Do protocolo ao custo e ao preço do procedimento e ao resultado econômico do hospital, com rastreabilidade técnica e econômica.

  1. Definição do caso índice e das premissas clínicas de modelagem.
  2. Descrição dos protocolos anestésico, do procedimento e pós-procedimento.
  3. Vinculação das referências bibliográficas às premissas de cada protocolo.
  4. Precificação item a item dos recursos diretamente consumidos.
  5. Consolidação do custo do procedimento.
  6. Incorporação dos custos operacionais e da acomodação.
  7. Composição de preço do procedimento com impostos e margem hospitalar.
  8. Comparação do preço final com os Benchmarks Evodux.
  9. Governança clínica e roteiro de implantação no hospital.
Base Evodux e regra de customização
Base Evodux: clientes, projetos, protocolos, pacotes e contratos na data-base indicada. Na customização, o hospital pode substituir preços, custos, acomodação, impostos e margem, preservando escopo, quantidades e fórmulas do produto.

A atualização econômica pode ocorrer sem alterar o protocolo quando muda apenas preço unitário. Alterações recorrentes de recurso, população, OPME ou risco exigem revisão da configuração e de suas referências. Essa separação preserva a rastreabilidade e impede que uma condição comercial local se torne, por engano, uma nova premissa clínica do produto.

Camada econômica do hospital

  1. Caso índice e premissas clínicas de modelagem (base Base técnica Evodux de mastopexia com prótese v1.0).
  2. Protocolos anestésico, do procedimento e pós-procedimento, com referências bibliográficas vinculadas.
  3. Precificação item a item dos recursos diretamente consumidos: custo assistencial direto.
  4. Imputação da estrutura hospitalar: sala cirúrgica, RPA, internação, CME, equipamentos, farmácia e logística, overhead e outros centros.
  5. Custo hospitalar total do episódio.
  6. Conta atual em fee for service: faturamento, glosas, receita líquida, tributos, resultado e margem.
  7. Proposta de pacote: receita, resultado, margem, preço de equilíbrio e preço para margem-alvo.
  8. Contexto de mercado pelos Benchmarks Evodux P1, P2 e P3.
  9. Cenários, variabilidade, risco e volume.
  10. Governança, negociação e acompanhamento previsto × realizado.

Fórmulas

GrandezaFórmula
Receita líquidaFaturamento − glosas e ajustes
ResultadoReceita líquida − tributos e percentuais incidentes − custo hospitalar total − repasses
MargemResultado ÷ receita líquida
Preço de equilíbrioCusto ÷ (1 − tributos − outros percentuais incidentes); com glosa esperada g: Custo ÷ [(1 − g) × (1 − tributos − outros)]
Preço para margem-alvoCusto ÷ (1 − tributos − margem − demais percentuais incidentes sobre receita)
Sala cirúrgica no procedimentoTempo utilizado × custo por minuto produtivo; custo por minuto = custo mensal ÷ (horas produtivas × 60)
RPA no procedimentoTempo de RPA × custo-hora RPA
InternaçãoPermanência × custo paciente-dia
Equipamento[(Valor de aquisição ÷ vida útil) + manutenção anual] ÷ horas de uso anuais × tempo no procedimento
Referência Evodux simplificada5% × (custo direto + sala cirúrgica + acomodação)

Conferência: com os valores da base (custo hospitalar R$ 7.164,20, tributos 8,65% e margem 10% sobre a receita) a fórmula de preço para margem-alvo reproduz o preço de referência Evodux de R$ 8.806,64 em apartamento standard.

Proteção de dados

O produto não requer dados de pacientes. Identificadores presentes em arquivos importados são descartados na leitura; o episódio é identificado por código técnico. Os dados informados ficam armazenados no navegador do usuário e só são transferidos quando exportados por ele. Recomenda-se que as contas sejam extraídas do sistema hospitalar já sem identificação do paciente.

Validação clínica pendente: este produto modela recursos e custos de um caso índice e não substitui prescrição, avaliação individual ou protocolo institucional. Seleção e doses de medicamentos, irrigação da loja, profilaxia de TEV, reversão do bloqueio neuromuscular com monitorização apropriada e critérios de alta devem ser aprovados pelo responsável técnico. Referências confirmadas não implicam validação integral do esquema. Tempos, permanência e ausência de UTI ou dreno são premissas do cenário, não limites assistenciais.

Referência adicional para revisão anestésica: 2023 American Society of Anesthesiologists Practice Guidelines for Monitoring and Antagonism of Neuromuscular Blockade. Anesthesiology. 2023;138:13–41. DOI:10.1097/ALN.0000000000004379. https://doi.org/10.1097/ALN.0000000000004379 . A seleção do antagonista depende da profundidade do bloqueio e da avaliação quantitativa da recuperação; não alterar automaticamente o regime do modelo.

Disclaimer e limitações

Premissas, limitações e condições de uso.

Natureza do produto
Referência técnico-econômica do custo do procedimento cirúrgico hospitalar; não constitui indicação de procedimento, prescrição ou protocolo médico obrigatório.
Responsabilidade assistencial
Técnica anestésica, profilaxia antibiótica, prevenção de tromboembolismo, escolha do implante, padrão de cicatriz e demais condutas devem seguir protocolo institucional e julgamento profissional.
Premissas de consumo
As quantidades são premissas econômicas do caso índice e não constituem prescrição individual.
Base Evodux
Custos e Benchmarks apresentados decorrem da metodologia e da base Evodux na data-base indicada e podem variar por região, porte, contratos, produtividade, tecnologia e tributação.
Customização econômica
O hospital pode substituir preços de medicamentos, materiais, OPME, serviços, acomodação, custos operacionais, impostos e margem pelas suas referências próprias. A substituição deve preservar a rastreabilidade da unidade, quantidade, escopo e fórmula de cálculo.
Custos operacionais
Podem ser substituídos pelos custos efetivamente apurados pelo prestador, preservando os direcionadores e sem duplicidade com itens já incorporados ao custo.
Benchmarks Evodux
P1, P2 e P3 são referências de preço por perfil hospitalar Evodux e não garantem preço, saving, remuneração ou resultado financeiro.
Honorários médicos
Cirurgião plástico, auxiliar e anestesiologista permanecem excluídos do preço hospitalar.
Decisão do hospital
O produto fornece informação para decisão. Não recomenda aceitar ou recusar propostas. A análise de contas não conclui sobre adequação assistencial: diferença de utilização é um dado econômico, não um julgamento clínico.

Índice de referências

Mapa rápido das fontes utilizadas no produto e referências completas.

CódigoEscopoReferências
A1-A4Protocolo anestésicoASA monitorização básica · ASA jejum pré-operatório 2023 · Quarto consenso de náusea e vômito pós-operatórios 2020 · Diretriz de profilaxia antimicrobiana em cirurgia 2013
C1-C5Protocolo do procedimentoCalobrace 2013, mastopexia de aumento em um tempo · Khavanin 2014, revisão sistemática · Adams 2006, irrigação tripla antibiótica da loja · Deva 2013, biofilme em implantes · Darouiche 2010, clorexidina alcoólica
P1-P2Protocolo pós-procedimentoERAS Society, cirurgia mamária 2017 · ASPS, prevenção de tromboembolismo 2012
Rastreabilidade
As referências completas aparecem no encerramento de cada bloco clínico. Cada fonte está associada às premissas específicas que sustenta. Este índice serve para navegação executiva e não substitui as citações detalhadas.
Controle de versão
Versão 1.0 · data-base out/2026 · próxima atualização: abril de 2027. Versões customizadas devem registrar cliente, data e alterações realizadas, vinculadas à versão 1.0. Alteração de protocolo exige revisão das referências e da precificação. Atualização de preços não altera automaticamente o protocolo.

Protocolo anestésico

A1
American Society of Anesthesiologists. Standards for Basic Anesthetic Monitoring. Schaumburg (IL): American Society of Anesthesiologists; última emenda em 15 de outubro de 2025. Diretriz institucional, sem PMID.
Aplicação: Tipo: norma institucional ASA. Standard II: avaliação de oxigenação, ventilação, circulação e temperatura. Em paciente intubado, requer monitorização quantitativa do CO2 expirado desde a colocação do tubo até extubação ou transferência, salvo exceções previstas na norma. Temperatura é monitorizada quando mudanças clinicamente significativas forem previstas, suspeitas ou intencionais. A norma não valida a seleção de fármacos do caso índice. www.asahq.org/standards-and-practice-parameters/standards-for-basic-anesthetic-monitoring
A2
Joshi GP, Abdelmalak BB, Weigel WA, et al. 2023 American Society of Anesthesiologists Practice Guidelines for Preoperative Fasting: Carbohydrate-containing Clear Liquids with or without Protein, Chewing Gum, and Pediatric Fasting Duration. A Modular Update of the 2017 American Society of Anesthesiologists Practice Guidelines for Preoperative Fasting. Anesthesiology. 2023;138(2):132-151. doi:10.1097/ALN.0000000000004381. PMID: 36629465.
Aplicação: Tipo: diretriz de prática (ASA). Atualização modular restrita a líquidos claros com carboidrato, goma de mascar e jejum pediátrico; sustenta a ingestão de líquido claro com carboidrato até 2 horas antes da anestesia. Os tempos gerais de jejum do caso índice vêm da diretriz ASA de 2017 (Anesthesiology. 2017;126(3):376-393. PMID: 28045707), que esta atualiza. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/36629465/
A3
Gan TJ, Jin Z, Ayad S, et al. Fifth Consensus Guidelines for the Management of Postoperative Nausea and Vomiting: Executive Summary. Anesth Analg. 2026;143(3):497-513. Publicado online em 14 de novembro de 2025. doi:10.1213/ANE.0000000000007816. PMID: 41237407.
Aplicação: Tipo: consenso atualizado sobre prevenção e tratamento de náusea e vômito pós-operatórios. Atualiza a referência histórica da quarta diretriz (2020; PMID: 32467512; errata PMID: 33094991). O risco individual, as combinações profiláticas, as doses e o resgate devem ser validados pelo anestesiologista; a atualização bibliográfica não representa validação automática do esquema ou autorização para alterar medicamentos. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/41237407/
A4
Bratzler DW, Dellinger EP, Olsen KM, et al. Clinical practice guidelines for antimicrobial prophylaxis in surgery. Am J Health Syst Pharm. 2013;70(3):195-283. doi:10.2146/ajhp120568. PMID: 23327981.
Aplicação: Tipo: diretriz geral de profilaxia antimicrobiana (ASHP, IDSA, SIS e SHEA). A identidade bibliográfica foi confirmada, mas tabelas de doses e texto integral não foram conferidos nesta auditoria. A dose, o momento de administração, a necessidade de redose e a duração dependem de peso, alergias, função renal e procedimento, com validação pelo responsável técnico. Não valida isoladamente o regime completo do caso índice. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/23327981/

Protocolo do procedimento

C1
Calobrace MB, Herdt DR, Cothron KJ. Simultaneous augmentation/mastopexy: a retrospective 5-year review of 332 consecutive cases. Plast Reconstr Surg. 2013;131(1):145-156. doi:10.1097/PRS.0b013e318272bf86. PMID: 22965238.
Aplicação: Tipo: série retrospectiva, nível III. Em 332 casos combinados, complicações de 22,9% e reoperações de 23,2%, agregando procedimentos primários e secundários. São resultados descritivos de uma coorte, não previsão individual para o caso índice nem garantia de segurança, tempo de sala ou permanência. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/22965238/
C2
Khavanin N, Jordan SW, Rambachan A, Kim JYS. A systematic review of single-stage augmentation-mastopexy. Plast Reconstr Surg. 2014;134(5):922-931. doi:10.1097/PRS.0000000000000582. PMID: 25347628.
Aplicação: Tipo: revisão sistemática de 23 estudos e 4.856 casos de mastopexia de aumento em um tempo. Complicações combinadas: 13,1% (IC95% 6,7–21,3). Reoperações: 10,7% (IC95% 6,7–15,4), calculadas a partir de 13 estudos. Heterogeneidade elevada e seguimento frequentemente inferior a um ano limitam a aplicação ao caso índice. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/25347628/
C3
Adams WP Jr, Rios JL, Smith SJ. Enhancing patient outcomes in aesthetic and reconstructive breast surgery using triple antibiotic breast irrigation: six-year prospective clinical study. Plast Reconstr Surg. 2006;117(1):30-36. PMID: 16404244. Republicado em Plast Reconstr Surg. 2006;118(7 Suppl):46S-52S. doi:10.1097/01.prs.0000185671.51993.7e. PMID: 17099483.
Aplicação: Tipo: estudo prospectivo de cirurgião único, sem grupo controle próprio, com 335 pacientes e irrigação tripla antibiótica. Contratura grau III/IV: 1,8% no aumento primário, 0% na mastopexia de aumento e 9,5% na reconstrução. A solução econômica do caso índice contém cefazolina e gentamicina e não pode ser considerada equivalente à solução tripla apenas por esta citação. Composição, indicação e segurança permanecem pendentes de validação técnica; não adicionar fármacos automaticamente. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/16404244/
C4
Deva AK, Adams WP Jr, Vickery K. The role of bacterial biofilms in device-associated infection. Plast Reconstr Surg. 2013;132(5):1319-1328. doi:10.1097/PRS.0b013e3182a3c105. PMID: 23924649.
Aplicação: Tipo: revisão de biofilmes em dispositivos. Apoia o racional geral de redução de contaminação, não comprova isoladamente cada manobra ou solução do caso índice. O plano de 14 pontos não foi verificado nesta referência e não deve ser atribuído a ela. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/23924649/
C5
Darouiche RO, Wall MJ Jr, Itani KMF, et al. Chlorhexidine-alcohol versus povidone-iodine for surgical-site antisepsis. N Engl J Med. 2010;362(1):18-26. doi:10.1056/NEJMoa0810988. PMID: 20054046.
Aplicação: Tipo: ensaio clínico randomizado. Ensaio randomizado multicêntrico com 849 pacientes de cirurgia limpa-contaminada: infecção do sítio cirúrgico de 9,5% com clorexidina alcoólica contra 16,1% com povidona-iodo. Sustenta a antissepsia da pele com clorexidina alcoólica, por extrapolação para cirurgia limpa; a concentração não consta do resumo. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/20054046/

Protocolo pós-procedimento

P1
Temple-Oberle C, Shea-Budgell MA, Tan M, et al. Consensus Review of Optimal Perioperative Care in Breast Reconstruction: Enhanced Recovery after Surgery (ERAS) Society Recommendations. Plast Reconstr Surg. 2017;139(5):1056e-1071e. doi:10.1097/PRS.0000000000003242. PMID: 28445352.
Aplicação: Tipo: consenso com recomendações da ERAS Society. Por extrapolação da reconstrução mamária, texto integral conferido (PMC9074892): jejum com líquidos claros até 2 horas (item 4), profilaxia de tromboembolismo com métodos mecânicos (item 6), clorexidina e antibiótico intravenoso até 1 hora antes da incisão (item 7), profilaxia multimodal de náusea e vômito (item 8), analgesia multimodal poupadora de opioide (itens 9 e 13), prevenção de hipotermia com aquecimento ativo e monitorização da temperatura (item 11), alimentação precoce (item 14) e mobilização em até 24 horas (item 17). O item 10 recomenda anestesia venosa total, o que diverge do sevoflurano do caso índice e fica a decidir pelo responsável técnico. Não define critérios de alta. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/28445352/
P2
Murphy RX Jr, Alderman A, Gutowski K, et al. Evidence-based practices for thromboembolism prevention: summary of the ASPS Venous Thromboembolism Task Force Report. Plast Reconstr Surg. 2012;130(1):168e-175e. doi:10.1097/PRS.0b013e318254b4ee. PMID: 22743901. Complemento atualizado: American Society of Plastic Surgeons. Preventing Venous Thromboembolism in Hospitalized Plastic Surgery Patients. Practice Reference. 15 de dezembro de 2023.
Aplicação: Tipo: recomendações ASPS e referência prática atualizada. Exigem avaliação individual documentada, como Caprini 2005, considerando também o risco do procedimento. A publicação de 2023 aborda compressão sequencial na anestesia geral intubada e seleção individualizada da quimioprofilaxia. A base é predominantemente hospitalar e exige cautela na aplicação à estética ambulatorial. Não inferir baixo risco apenas pelo caso índice; meias e deambulação não substituem a avaliação clínica. Documento educativo, não substitui julgamento médico. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/22743901/

Cenários salvos

Guarde versões da análise para comparar, duplicar, editar e restaurar: referência Evodux, cenário hospital, conta atual, negociação, contraproposta, contratado, previsto e realizado.

Rastreabilidade

Cada indicador com o dado de origem, a fonte, a premissa, a fórmula e o resultado. Nenhum dado ausente é tratado como zero sem aviso.

Revisão técnica: unidades, dados, importação e bibliotecas. Não representa validação clínica nem integração concluída.